segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A fantástica fábrica de imagens.


Em 1923, um engenheiro russo-americano chamado Vladimir Zworykin  deu origem ao chamado “tubo iconoscópio para câmaras de televisão” o que, mais tarde, deu origem a TV eletrônica.
Vinte e sete anos depois, o jornalista Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo, ou, como também era conhecido, Dr.Chatô, trouxe a SãoPaulo a pioneira de tudo o que conhecemos hoje por televisão e, além disso, alguns aparelhos importados dos EUA. 
Chatô inaugurou a primeira emissora de TV brasileira, a conhecida TV-Tupi. Podemos então 
“culpar” Francisco por termos hoje a gama de emissoras, programas, novelas, artistas...

                                                     
                                         (Francisco de Assis, criador da TV-Tupi)




                                 ( Um exemplar de TV da década de 50, trazidos or Chatô)







                                               (Logotipo da TV-Tupi nos anos 50)



Bom, muitos anos depois acho que a concepção de televisão mudou bastante, o que era antes uma forma de entretenimento, passou a ser uma maneira de autopromoção de imagem. O mercado televisivo é muito amplo, com mais de quatro redes abertas e inúmeras fechadas, temos pessoas "saindo" de dentro desse aparelho com uma frequência cada vez maior, os FAMOSOS. E significa, de acordo com o dicionário:


Que tem fama. 2 Que é muito conhecido. 3Célebre. 4 Excelente


Penso eu, cá com meus botões, como uma pessoa tem fama? Quem é responsável por esse "movimento"?
Quem dá a eles os trabalhos, indiretamente? Somos nós, o público, nós vemos os programas, nós comentamos com nossos amigos, mãe, pai, motorista do taxi, enfim... Fazemos deles quem eles são, e acho que é totalmente necessário e indispensável que tenhamos um tratamento amigável, ou, pelo menos educado de volta.


Infelizmente, não é o que vemos. Há pouco tempo fui à São Paulo acompanhar minha prima em um show, semanas antes, vi um dos integrantes da banda na rua, que por sinal, foi super antipático quando ouviu algumas pessoas falando o nome de sua banda. Tive a confirmação de sua antipatia nesse show, no rosto, um sorriso "pregado" e uma cara de: "vamos logo com isso".


Essa máquina, que digo mágica por transformar tantos em alguns, também tem seu lado escuro, a chamada "GELADEIRA". Não é difícil perceber ídolos de décadas atrás esquecidos, ou até mesmo pessoas de muito sucesso que hoje em dia não são vistas “no ar”









                                               

                                                        
                                                          


E dentre outros muitos que foram aos poucos esquecidos.



A fama pode passar, e, daqui a um tempo, alguns podem estar no lugar de todos.
Por outro lado, há de se entender que esses têm vida, os obcecados por famosos, fãs, seguidores, etc, acabam, muitas vezes, entrando no campo pessoal dos atores, artistas. Claro que isso acaba deixando qualquer um fora do sério, é o caso de muitos dos "paparazzi" que acabam ultrapassando o limite da privacidade e do respeito por uma foto.


Adicionar legenda



Muitos desses acabam protagonizando cenas conhecidas.

Quem nunca viu ou ouviu falar dessa?
                                        
                                              



Além de tudo isso, há a parte ruim de tudo isso, dentro da televisão tudo tem uma repercussão muito maior do que teria normalmente, podendo até acabar com a tão sonhada fama.


   
                                      


                                







Bom, bonitos ou feios, ricos ou pobres, talentosos ou não, famosos ou modelos de minivestido rosa, todos deveriam saber que boa parte disso, somos nós que fazemos. Nós que ligamos a TV na hora dos programas, pagamos os ingressos para os shows, ouvimos suas músicas..."você é o que nós vemos".

Fernando Loureiro.






terça-feira, 21 de agosto de 2012


Só falta falar, não mais!

Celulares, I-pads, touchs, phones, câmeras, Tvs 3D, inteligentes que reconhecem o rosto de seu dono. Estamos vivendo na época futurista idealizada por nossos bisavós, avós, e até mesmo, por nossos pais. Se pararmos pra pensar, realmente é de difícil aceitação, por esses mais velhos, essas novas tecnologias, e que tecnologias empregadas por nós hoje em dia.
Nos dias atuais, não se precisa mais de correios, jornal, maquinas fotográficas, e nem mesmo dinheiro, tudo está digitalizado. Fazer compras, nunca foi tão fácil. Ligar o computador, ou por meio dos Smart Phones, entrar em um site de compra, cadastrar-se e, em poucos segundos compra-se quase tudo.




Os artigos arcaicos utilizados pelos mais velhos, estão cada vez mais inutilizáveis e ultrapassados. Quem, numa faixa etária de 10 a 20 anos saberia o que é um mimeógrafo? E, conseguiriam entender que talvez esse aparelho de nome esquisito fosse o avô das tão utilizadas impressoras? E pra onde isso pode ir? Os lápis e canetas já estão sendo substituídos pelos computadores, os livros pelos E-book, as compras de supermercado por compras on-lines.
(Esse é o tal do mimeógrafo, o desenho, texto a ser copiado, era totalmente coberto com uma caneta tipo tinteiro e, após isso, colocava-se álcool numa espécie de esponja em cima do aparelho. Depois de todo esse processo, as folhas limpas passavam pelo texto coberto junto com o álcool e eram, literalmente sujas pela caneta, assim, eram marcados no papel branco).


Meu avô mesmo sempre dizia:
“eu nunca fui ensinado a usar calculadora, tanto é que hoje, pra mim, é mais fácil fazer as contas de mão do que usar essa vergonha” e completava: “isso devia ser proibido nas escolas”. E eu, hoje em dia, concordo, quem nunca usou uma escondidinho embaixo da mesa?

Não escrevo isso criticando os usuários dessa rede cada vez mais mundial, e sim como uma autocrítica, ou como eu tinha escrito “auto-crítica” e fui corrigido pelo computador, que mais do que todos nós, já está a par do Acordo Ortográfico, até porque, escrevo esse texto usando meu “notebook " que, aparentemente, já é um artigo de necessidade, já tendo substituído, quase que completamente, o uso dos antes endeusados “desktops”.
E não tem nem como falarmos, novamente como nossos pais diziam: “isso é coisa de rico”, esses artigos já estão arraigados, e cada vez mais fundo, em todas as classes sociais. Por exemplo, é sorte pegar um ônibus e não encontrar alguma pessoa querendo compartilhar o gosto musical com os outros passageiros, isso prova que além das classes mais altas, os celulares, falantes, cantantes, etc, etc etc, também fazem parte das classes C e D.
Culpados são os japoneses por fazerem tudo pra facilitar a vida? Não, culpados somos nós que estamos deixando o computador ocupar o lugar do nosso cérebro, nossa comunicação, nossa escrita. Pensando por nós, agindo por nós. E hoje, a “extraterrestre” frase:  “só falta falar” já não é tão estranha assim, pelo contrário, muito mais comum do que pensamos.
vire a direita, vire a esquerda a 100 metros, muito bem, você chegou ao seu destino”
Substituiremos a frase por “só falta andar”? Também não, os japoneses,  já criaram uma espécie de robô-empregada que limpa sua casa, por comandos falados.

(Um novo robô dona-de-casa, ou empregada doméstica, foi criado no Japão, capaz de executar tarefas aborrecidas como enxaguar pratos na pia antes de os colocar arrumadinhos na máquina de lavar pratos e fazê-la funcionar.)



 Hoje, em 2012, podemos pensar que tudo isso o que temos é alta tecnologia, nos sentirmos os “conectados”. Mas até que ponto essa conectividade isoladora vai chegar? Talvez ao ponto de diminuir mais ainda as relações entre as pessoas? Agora, só esperando pra ver.
Se alguém tiver a resposta, me manda um e-mail, até porque carta não rola!

Fernando Loureiro.

                         

segunda-feira, 20 de agosto de 2012


Tipo Internet:
É incrível ver como as mesmas pessoas podem ter inúmeras personalidades na Internet, não falo em relação aos “fakes”, como são conhecidos os perfis falsos na rede, mas sim as pessoas que assumem uma personalidade “fake” e a usam nos meios online.
Não é difícil notar pessoas que na vida real são de uma forma e conectados são totalmente diferentes, ou tentam ser diferentes. Os exemplos são muitos: “os comunistas”, “a revoltada”,  “ o diga não à homofobia” “a religiosa”, dentre outros . Muitos, só  pra conseguir uma “curtida” um comentário...Exemplo:
“A religiosa”  me chama muito a atenção, isso porque:










Penso que esse tipo se preocupa tanto em ser “de deus” que  esquecem de tudo a sua volta. Não faltam a nenhum domingo na igreja, mas criticar é sua principal virtude, são boníssimas de coração, pros outros, mas pros próximos, tudo é na base da vara de marmelo.
(importante ressaltar que, no texto, não há a intenção de colocar nenhuma veia ateia ou nenhuma crítica aos religiosos ou a nenhuma religião )
Todos nós sabemos de alguém que seja desse jeito, ou do outro, que faça tipo, ou que finja não fazer tipo de nada. E, no final, todos nós temos nosso tipo, nem que seja por uma vez ou por um instante, o tipo chato, o tipo rico, o tipo “cool”, no final

Se mesmo com o mapa não entender...haha, até a próxima.






Bom, começaremos esse blog nos apresentando, é claro:
Somos Fernando Loureiro e Isabella Rocha, estudantes de Comunicação Social na PUC-Rio (1° e 2° período, respectivamente)
Blog, hoje em dia, o que mais se tem por ai são blogs, e de tudo um pouco: gastronomia, notícias, dicas de vestibular, cinema, programas pro  final de semana... Então pensamos: por que não fazer um blog, misturando tudo isso, e, ainda mais, falando de como é ser um estudante de Comunicação? Afinal, de acordo com pesquisas, estatísticas, e blá, blá, blá, é uma das carreiras mais concorridas hoje em dia, a quarta exatamente.
Esse é o nosso primeiro texto, nossa apresentação. Fiquem tranquilos, não iremos colocar bíblias enormes cada vez que escrevermos alguma coisa.
Moradores de São Cristovão, não, não, não é São Conrado nem São Gonçalo, e não, também não é o fim do mundo. Por muitas vezes, quando perguntam pra gente onde moramos, depois da resposta, temos duas situações:
1° MORA LONGEEEEEEEE, NÉ?
2° AAAAAH SIM, na verdade, não faz a menor ideia, só pra encurtar a explicação.

A forma mais fácil que a gente explica é:
-sabe o maracanã? Então do lado.
Pra quem estudou pelo menos um pouco antes da faculdade, pra quem faz vestibular, ou pra quem vive, sabemos que éramos colônia de Portugal, certo? E onde viviam os “putinhos”(como se fosse “guri” em português brasileiro) os “Joaquins”, os “Manuéis “ as “Marias” da família real?  Onde?
Em São Cristovão, onde? Na Quinta da Boa Vista, Palácio Real. Museu Nacional da UFRJ, onde também há partes de doutorado e mestrado em Botânica da faculdade. Se mesmo assim não caiu a ficha: O zoológico fica lá, e também, aquela Festa Junina (São João Carioca). Pra quem ainda não conseguiu, vamos colocar um mapa na próxima postagem.

Chega de apresentações. Falemos do blog: como já disse a gente vai tentar fazer um blog que misture vários conteúdos, fotos, vídeos e assuntos, inclusive sobre vestibulando de Comunicação. Vamos tentar ajudar em dúvidas que tivemos e que não tínhamos como tirar. Mas nada que fique focado em um ponto. Aceitamos sugestões, pedidos, elogios hehe, e críticas também, é claro. Agora sim, devidamente apresentados e explicados, vamos ao que realmente interessa. Ahhh, claro, desde já agradecendo a vocês que estão lendo nosso blog, passem pros “colega” e vamos lá!